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Distrito Sala
Detalhe Evento
Soam as Guitarras - RAIA-Planeta Campaniça

Soam as Guitarras - RAIA-Planeta Campaniça

Música & Festivais | Música

Auditório Mateus d'Aranda

Auditório
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
A partir dos 6 anos
2020
out
03
Realizado

Duração

60 minutos

Abertura Portas

21:00

Intervalo

Sem Intervalo.

Produtor

Ghude , Gestão de Carreiras e Conceção de Eventos, Unip, Lda

Breve Introdução

"Soam As Guitarras" são concertos intimistas e uma aposta crescente na apresentação de novos trabalhos, conceitos e encontros.

3 outubro - 21h30
RAIA - Planeta Campaniça

4 outubro - 18h
Pedro Caldeira Cabral

Sinopse

António Bexiga e convidados para o Soam As Guitarras 2020.
ÉVORA: Daniel Catarino, Xinês, Cristina Viana (desenho digital).

Raia é linha-fronteira, linha-caminho, expressão idiomática e forma verbal. Raia é peixe. O peixe-viola é uma raia.
Raia é o projeto-síntese de António Bexiga que percorre as sonoridades da viola campaniça*, nas suas fronteiras acústica e elétrica, analógica e digital, tradicional e experimental, ensaiada e instantânea, em diálogo direto ou diferido com outras formas de arte, visuais ou de performance.
Raia é um projeto idiomático, de significado, expressão, erro e coração Raia é um projeto-verbo. Do verbo raiar Raia é um projeto-peixe, de 10 cordas que navega o fundo do mar e as margens do rio. Raia é um papagaio de papel.

Nasceu em Évora em 1976 mas passou uma boa parte da infância e adolescência na raia alentejana. Foi nesse contexto [raiano] que aprendeu a olhar para o mapa enquanto território imaginado e a fronteira como linha, sobretudo, imaginária.
Estudou piano e guitarra clássica, mais tarde guitarra jazz. Passou por vários projectos, desde o rock à música experimental, fusão e música improvisada. Descobriu depois a música de raiz e o prazer de a virar do avesso. Há vários anos que se dedica à exploração e reinvenção de repertórios tradicionais, a par de composições próprias, num instrumento em particular: a viola campaniça, que tem colocado em diferentes contextos musicais, da música popular ao rock ou à música experimental e paisagem sonora. A sua viola campaniça tocou e gravou um pouco por toda a Europa e em vários lugares da América, África e Ásia. Tem vários trabalhos em vídeo/cinema, teatro, dança contemporânea, performance, teatro de marionetas, circo e cabaret. Faz oficinas regulares de viola campaniça, exploração sonora e criatividade musical. Foi membro ativo de projectos como Uxu Kalhus e No Mazurka Band; fundador de Há lobos sem ser na serra, Bicho do Mato, entre outros. Recentemente, gravou com Kepa Junkera para a Ath Thurda, Omiri (Alentejo Vol. 1), Celina da Piedade, António Caixeiro, Daniel Catarino e Cantadores de Paris.
O planeta Campaniça tem a forma de um oito deitado, e um pescoço comprido.
Uma viagem sonora pelas latitudes da viola campaniça, entre a tradição e a experimentação, com demora obrigatória nas linhas de fronteira da música, do instrumento e da pele.

Produção

Ghude e CM Évora

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